UMA HISTÓRIA QUE PRECISA DE LUZ

julho 14, 2015

Todo ano, em novembro, acontece o NaNoWriMo, projeto de escrita que eu já participei e até foi o motivo pelo qual eu criei esse blog lá em 2013. Esse ano, eu pretendo participar e eu já meio que comecei a desenvolver a história.
Mas, tatii, como assim você já está escrevendo a história que você deveria escrever só em novembro? Bom, na verdade, eu realmente só escrevo em novembro, porém, para não perder muito tempo, eu desenvolvo as personagens e o plot alguns meses antes. Geralmente, eu não tenho muita inspiração muito antes do NaNoWriMo começar - Querida Kat só apareceu um mês antes do projeto começar - porém, este ano, uma ideia de história apareceu!
Eu gosto quando uma ideia aparece de acordo com algo que eu vivo, é bem mais fácil desenvolver dessa forma, porque eu sei como são as sensações e como a personagem está sentindo. Motivo pelo qual eu amo o ditado que diz "escreva o que você sabe", porque eu nunca conseguiria escrever algo que eu faço a menor ideia do que é.
Enquanto estava desenvolvendo a história e o que ela seria de verdade, eu escrevi alguns parágrafos que seria um trecho/plot/uma ideia aleatória da minha mente confusa. O problema: eu estou tendo várias ideias legais para a história e preciso saber se estou no caminho certo. A solução: todos os leitores deste humilde blog e que estou dispostos a dar um feedback dessas poucas palavras e me dar a sua opinião de leitor!
Se você que está lendo esse post comentar - pode ser uma crítica boa ou ruim - e me dizer se essas poucas palavras te prenderam a atenção ou está muito água com açúcar, é algo muito comum ou está louco para saber mais. O que você acha que essa história pode ser ou o que você acha que poderia ser legal, pode comentar. Se você conhece alguém que pode ficar interessado em dar um feedback também, compartilhe com os amigos (sim, estou induzindo vocês a fazerem um jabá do meu blog, desculpem, é a necessidade de uma escritora desesperada).
Então, vamos ao texto!

Eu nunca fui o tipo de pessoa que acredita no amor. Todos os casais que deviam ser o meu modelo de amor não existem mais – meus avós se separaram mesmo com os olhares feios da geração deles; meus pais estão no processo de divórcio. Por que devo acreditar nas histórias que nos iludem dizendo que existe uma alma gêmea esperando para me encontrar?
Consegui viver os meus primeiros dezessete anos da minha existência com a concepção de que o amor não existe. Me envolvi com pessoas e nunca senti o que todo mundo descreve que seja o amor; o que reforçava muito a minha teoria. Ao invés disso, foquei em outras coisas e outros projetos, deixando toda essa história de romance em algum lugar da minha vida na qual eu nem visitava com tanta frequência assim.
Paixão. Está aí algo no qual eu acredito. E eu me apaixonei sem querer por Kaia. Ela definitivamente não é o tipo de pessoa que eu imaginaria me envolver... me apaixonar. Kaia é o tipo de espírito livre que acredita em tudo, mas duvida de tudo – ou talvez ela tenha receio de dizer que acredita em tudo. Tudo nela se encaixa de alguma forma com o meu ser; nossos corpos se conectam de forma que eu nunca imaginei que fosse possível.
Os dias eram mais alegres e as noites mais longas com Kaia. Os momentos que passamos pareciam eternos e, ao mesmo tempo, passavam rápidos demais. Eu me sentia em um filme de aventura, todos os dias procurando algo novo para descobrir ao seu lado. Mesmo com todos os obstáculos e desafios, viver uma história com ela foi a melhor parte da minha vida.
Se existisse uma alma gêmea para cada pessoa no mundo, eu gostaria que Kaia fosse a minha.

1 comentários

  1. Oi tatii,
    Parabéns, você conseguiu me deixar ainda mais ansiosa para novembro. Preciso ler mais disso! Ficou muito bom e eu acho que vale muito a pena continuar assim. Você sabe que eu me sinto do mesmo jeito que você sobre narrações desse tipo, é muito apaixonante.
    Mal vejo a hora de ler tudo,
    G.

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