Bienal do Livro SP: Você Estava no 76º Jogos Vorazes e Não Sabia

agosto 23, 2014

Prometo que durante a semana faço um post com os vídeos e fotos, mas nesse momento estou cansada demais e amanhã tem mais.

Tudo começou com o sonho de uma garota em conhecer a Kiera Cass e acabou com o pior pesadelo dela. Pode até ser drama, mas esse foi um dos piores dias da Bienal desde a minha primeira Bienal do Livro! Saí de casa era 8h30 da manhã e conseguimos chegar no metro Tiete às 9horas, mas os ônibus gratuitos da Bienal estava demorando demais e tinha mais gente que ônibus. O jeito foi: pegar um táxi com duas desconhecida mais a sua amiga e seja o que Deus quiser! Chegando lá, a desorganização era tanta que fomos colocar o pé dentro do pavilhão e respirar aliviado às 11h30!!!!
As senhas para ver a Kiera Cass seriam disponibilizadas às 10horas e, então, já estavam esgotadas. Descobri que tinha pessoas que chegaram às 5horas da manhã e não conseguiram senha; outras chegaram mais cedo ainda e conseguiram.
A Bienal estava lotada de pessoas com camisetas da Seleção e tatuagens de Instrumentos Mortais, era uma insanidade só! Algumas pessoas podem achar que você não pode falar mal do Brasil, porque é o seu país e você tem que, de alguma forma, ver o lado bom dele; mas estou falando com a melhor intenção possível quando digo: BRASIL NÃO TEM ESTRUTURA PARA TRAZER CASSANDRA CLARE E KIERA CASS EM UM DIA SÓ!
Era impossível andar nos corredores da feira. Estandes conceituadas estavam fechando estande e formando fila para entrar, sendo que a estande tinha dez pessoas por vez. Editoras que formavam fila do caixa do lado de fora e que demoravam quarenta minutos.
O que uma coisa tem a ver com outra? Os fãs chegaram cedo para pegar senha e até o evento (que aconteceu, no mínimo, quatro horas depois) acontecer não tinham nada para fazer e ficavam andando na feira. Ah, andar na feira é legal para divulgação... Não quando existe mais pessoas que espaço!
Realmente me sinto uma velha reclamona falando sobre isso, mas é uma realidade. Em todos esses anos, nunca vi tanta gente na Bienal como nesse sábado. E, para concluir esse pensamento, a feira ficou bem melhor de andar depois que a Cassandra Clare e a Kiera Cass começaram o evento.

Mas vamos falar da parte boa da Bienal shall we?
Comprei um total de nove livros, sendo eles: O Coração da Magia, da Larissa Siriani (que eu ainda ganhei um ecobag e um super desconto). Quem é Você, Alasca?, do John Green (que eu já tinha, mas agora tenho a  versão capa preta e um poster lindo!). Minha Metade Silenciosa, do Andrew Smith (que consegui por nada mais nada menos que R$10!!). Nada Dramática, da Dayse Dantas (a melhor pessoa para se seguir no Twitter e que deu um autógrafo lindo). O box com os quatro livros de Maze Runner e ainda o livro Arquivos, do James Dashner (que, além do super desconto, consegui dois poster).

Às vezes, eu penso que eu sou uma pessoa muito masoquista, mas a Bienal é um dos únicos eventos que realmente gosto de ver pessoas, porque eu não tenho muita noção das pessoas que gostam do mesmo livro que eu e lá você percebe que você não está sozinha.
Eu espero muito que essa organização da Bienal do Livro mude durante a semana e, se não, no próximo ano; porque é um evento único em vários sentidos. Amanhã tem mais (may the odds be ever in my favor)!

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